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Criação de landing page para campanhas de tráfego pago

Como criar landing page para campanhas de tráfego pago

Veja como criar páginas de captura e vendas mais rápidas, responsivas, mensuráveis e fáceis de modificar durante suas campanhas.

Criar uma campanha é apenas uma parte do trabalho de tráfego pago.

Depois do clique, o usuário precisa chegar a algum lugar.

Pode ser uma página de captura, página de vendas, inscrição para um evento, apresentação de um serviço ou qualquer outra estrutura criada para conduzi-lo até uma ação.

É aí que a landing page entra.

Durante muito tempo, construir páginas significava depender diretamente de programação. Alterar uma seção, mudar uma cor, trocar um botão ou criar uma nova versão poderia exigir alterações no código.

Construtores visuais mudaram essa dinâmica.

Ferramentas como Elementor e BuilderAll permitem trabalhar com blocos, textos, imagens, formulários e outros elementos de maneira visual.

Isso não elimina a necessidade de entender marketing, layout, velocidade ou rastreamento.

Mas reduz significativamente a barreira técnica.

Para quem trabalha com campanhas, essa agilidade é especialmente importante. Uma página pode precisar ser modificada pela manhã, testada durante algumas horas e alterada novamente no mesmo dia.

Por isso, aprender como criar landing page não significa apenas aprender a arrastar elementos.

Significa construir uma estrutura capaz de acompanhar o ritmo das campanhas.

Uma landing page precisa ser fácil de modificar

Imagine que você está rodando uma campanha e percebe que determinada headline não está funcionando.

Se qualquer mudança depender de solicitar uma alteração para outra pessoa, explicar o que precisa ser feito, aguardar disponibilidade e depois revisar o resultado, uma pequena otimização pode levar horas ou dias.

Com um construtor visual, o processo pode ser muito mais rápido.

Você abre a página.

Altera o texto.

Troca a imagem.

Muda o botão.

Publica.

Essa velocidade cria uma vantagem operacional importante.

Não porque toda campanha deva ser modificada constantemente, mas porque você deixa de ter a tecnologia como principal obstáculo quando realmente precisa fazer uma alteração.

Você não precisa começar sabendo programar

Um dos pontos centrais dos construtores abordados no material é justamente a possibilidade de trabalhar sem conhecimento avançado de HTML, CSS ou outras linguagens.

A lógica é predominantemente visual.

Você possui uma área de trabalho e adiciona elementos.

Quer um título?

Arrasta um título.

Quer uma imagem?

Adiciona uma imagem.

Quer um botão?

Insere o botão e modifica texto, cor, tamanho e destino.

Quer duas colunas?

Cria uma estrutura dividida.

Isso torna a construção mais acessível para profissionais de marketing, tráfego, design e negócios.

Conhecimento técnico continua sendo útil quando existe necessidade de personalizações mais avançadas.

Mas ele deixa de ser um requisito para começar.

Entenda a estrutura antes de pensar no design

Um erro comum é abrir o construtor e imediatamente começar a escolher cores, efeitos e imagens.

Antes disso, defina a função da página.

Ela deve captar um lead?

Realizar uma venda?

Conduzir para o WhatsApp?

Gerar inscrição?

Apresentar uma oferta?

O objetivo determina a estrutura.

Uma página de captura simples pode precisar apenas de uma promessa clara, pequena explicação, formulário e chamada para ação.

Uma página de vendas pode exigir mais seções para desenvolver argumentos, apresentar benefícios, trabalhar objeções e conduzir o visitante.

Construir primeiro e pensar na estratégia depois tende a produzir páginas bonitas, mas confusas.

Pense em blocos

Construtores visuais trabalham muito bem quando você começa a enxergar a página como uma sequência de blocos.

Por exemplo:

Bloco inicial: headline, imagem e chamada principal.

Bloco seguinte: explicação do problema.

Outro bloco: benefícios.

Depois: prova ou demonstração.

Em seguida: oferta.

Por fim: chamada para ação.

Cada seção possui sua própria função.

Essa lógica também facilita a edição.

Se um bloco não funciona, você consegue modificar aquele trecho sem necessariamente reconstruir o restante.

Crie primeiro uma base visual

Antes de montar dezenas de seções, vale estabelecer elementos básicos do projeto.

Defina:

  • cores principais;
  • cores secundárias;
  • tipografia;
  • tamanho dos títulos;
  • padrão dos subtítulos;
  • aparência dos botões;
  • largura geral do conteúdo.

Em ferramentas que permitem configurações globais, esse trabalho economiza bastante tempo.

Imagine que você terminou uma página inteira e decidiu trocar determinada fonte.

Alterar manualmente cada título seria desnecessário se o estilo foi definido globalmente.

A mesma lógica vale para cores.

Em campanhas sazonais, uma estrutura organizada permite alterar rapidamente a aparência sem reconstruir cada elemento.

Copiar e reutilizar blocos acelera a produção

Outra vantagem prática é a possibilidade de duplicar elementos ou seções.

Se você criou um bloco que funciona, não precisa começar novamente do zero.

Pode copiar, colar e editar.

Também é possível trabalhar com templates para reaproveitar estruturas em páginas diferentes.

Isso faz bastante diferença quando existe um funil com várias etapas.

Você pode ter:

  • página de captura;
  • página de obrigado;
  • página de vendas;
  • página de inscrição;
  • página para uma oferta complementar.

Elementos visuais consistentes podem ser reaproveitados entre elas.

Quanto maior a operação, maior o valor dessa padronização.

Histórico de revisão evita perder trabalho

Construir páginas diretamente no navegador cria uma preocupação óbvia: perder alterações.

Falha de conexão, erro durante uma modificação ou simplesmente mudar algo e depois perceber que a versão anterior estava melhor pode gerar retrabalho.

Recursos de revisão e histórico ajudam justamente nesse ponto.

Eles permitem recuperar estados anteriores e reduzem o risco de uma alteração destruir uma página que já estava funcionando.

Esse recurso também encoraja testes.

Quando existe uma maneira simples de voltar atrás, experimentar uma alteração se torna menos arriscado.

Use efeitos com moderação

Construtores modernos permitem adicionar animações, movimento, divisores visuais, fundos, bordas e diversos efeitos.

Tudo isso pode enriquecer a experiência.

Mas possibilidade técnica não significa necessidade.

Uma página não precisa fazer todos os elementos se moverem.

O efeito deve ajudar a conduzir atenção.

Uma pequena animação pode destacar uma informação.

Um divisor pode separar visualmente duas áreas.

Uma mudança de fundo pode indicar que o visitante entrou em outro argumento.

Quando o efeito não cumpre nenhuma dessas funções, pode apenas adicionar distração.

O objetivo da página continua sendo conduzir uma ação.

A página precisa funcionar no celular

Construir olhando apenas para o monitor do computador é um erro.

Boa parte do tráfego pode chegar por dispositivos móveis.

Uma página visualmente excelente no desktop pode apresentar problemas como:

  • headline quebrada;
  • botão pequeno demais;
  • texto difícil de ler;
  • imagem desproporcional;
  • formulário apertado;
  • elementos em ordem inadequada;
  • espaços excessivos.

Por isso, responsividade deve fazer parte do processo de criação.

Construtores como os apresentados no material permitem visualizar a página em diferentes tamanhos e realizar ajustes específicos.

Depois de montar uma seção, verifique também sua versão mobile.

Não presuma que responsivo significa perfeito

Uma ferramenta pode adaptar automaticamente os elementos, mas isso não significa que a página esteja pronta.

A ordem que faz sentido no desktop pode não ser a melhor no celular.

Por exemplo, em uma tela grande você pode ter uma imagem à esquerda e o formulário à direita.

No celular, esses elementos ficam empilhados.

Nesse momento, você precisa conferir qual aparece primeiro.

Também pode ser necessário alterar tamanho de fonte, espaçamento ou proporções.

Responsividade automática é um excelente ponto de partida.

A revisão humana continua necessária.

Formulários fazem parte da conversão

Em páginas de captura, o formulário é uma das peças centrais.

Dependendo da ferramenta e do plano utilizado, ele pode estar disponível diretamente no construtor ou ser adicionado por meio da integração com outra plataforma.

Uma possibilidade apresentada no material é incorporar um formulário por HTML.

Nesse caso, a ferramenta responsável pelo e-mail marketing gera o código e você o adiciona à página.

Isso permite continuar utilizando sua plataforma de automação preferida.

O mais importante é garantir que o processo funcione de ponta a ponta.

Teste.

Preencha o formulário.

Confirme se o contato realmente entrou na lista correta.

Confira se a próxima etapa da automação aconteceu.

Uma landing page visualmente perfeita que não registra leads é uma página quebrada.

Pop-ups podem complementar a página

Pop-ups também aparecem como recurso disponível na construção das páginas.

Eles podem ser utilizados para diferentes objetivos, como:

  • captação;
  • comunicação de promoção;
  • apresentação de condição específica;
  • intenção de saída;
  • oferta complementar.

Novamente, a questão não é utilizar porque a ferramenta oferece.

Existe diferença entre ajudar o visitante e interrompê-lo continuamente.

Um pop-up precisa ter uma função definida dentro da jornada.

Integre a página ao restante do funil

A landing page não termina quando o formulário é enviado.

O que acontece depois?

O lead recebe um e-mail?

Vai para outra página?

Entra em um CRM?

Recebe uma oferta?

É encaminhado para atendimento?

Essa integração precisa ser planejada antes da campanha.

Ferramentas mais completas podem reunir diferentes recursos dentro do mesmo ambiente, incluindo construtor, e-mail marketing, CRM e outras funcionalidades.

Em outras estruturas, você pode utilizar diferentes ferramentas e conectá-las.

Os dois modelos podem funcionar.

O importante é não construir cada etapa isoladamente.

Elementor e WordPress formam uma estrutura flexível

Uma das abordagens apresentadas parte do WordPress.

Nesse modelo, você possui domínio e hospedagem, instala o WordPress e adiciona o Elementor como construtor visual.

A partir daí, pode criar páginas e editar seus elementos diretamente.

Essa estrutura oferece bastante flexibilidade.

Também exige atenção à própria instalação.

Tema, plugins, hospedagem e outras configurações fazem parte do ambiente.

Quanto mais recursos forem adicionados, maior a importância de manter organização.

Evite instalar plugins sem necessidade

WordPress permite adicionar funcionalidades por meio de plugins.

Isso é uma grande vantagem, mas também cria uma tentação:

instalar um plugin para cada pequena necessidade.

Um para formulário.

Outro para pop-up.

Outro para animação.

Outro para botão.

Outro para qualquer detalhe.

Ao longo do tempo, a estrutura pode ficar mais pesada e mais difícil de administrar.

Uma recomendação presente no material é justamente evitar excesso de plugins quando o construtor já consegue realizar determinada função.

Antes de instalar algo, pergunte:

eu realmente preciso desse plugin?

Uma plataforma integrada segue outra lógica

A segunda abordagem apresentada no material utiliza uma plataforma que reúne construtor e outras ferramentas dentro do mesmo ecossistema.

Hospedagem, páginas, e-mail marketing, CRM e recursos adicionais podem funcionar de maneira mais integrada.

Esse modelo reduz a necessidade de montar toda a infraestrutura com diferentes serviços.

Também permite construir uma página e gerar um endereço para visualização antes mesmo de conectar o domínio final.

Para quem trabalha com clientes, isso pode facilitar aprovação.

A página é criada.

Um endereço temporário é compartilhado.

O cliente revisa.

Depois, a estrutura final é publicada.

Templates podem reduzir drasticamente o tempo de criação

Outra característica importante são estruturas previamente montadas.

Em vez de começar sempre com uma página completamente em branco, você pode utilizar blocos e modelos existentes.

Isso não significa publicar o template sem alterações.

O modelo funciona como ponto de partida.

Você substitui texto.

Troca imagens.

Ajusta cores.

Remove seções.

Acrescenta novas informações.

O ganho está em não precisar decidir cada estrutura visual desde o primeiro pixel.

Para campanhas que exigem velocidade, esse recurso pode ser especialmente útil.

Velocidade de carregamento não é detalhe técnico

Uma página de campanha precisa carregar.

Parece óbvio, mas velocidade frequentemente recebe atenção apenas depois que tudo está pronto.

Uma página pesada cria uma situação ruim:

você paga pelo clique e parte das pessoas pode desistir antes de visualizar corretamente o conteúdo.

Imagens excessivamente pesadas, plugins desnecessários e elementos demais podem contribuir para o problema.

Por isso, velocidade precisa entrar durante a construção.

Não depois.

Comprima imagens antes de publicar

Imagens são uma das causas mais óbvias de páginas pesadas.

Uma fotografia original pode possuir dimensões e peso muito maiores do que aquilo que realmente será exibido.

Não existe benefício em carregar um arquivo enorme apenas para mostrar uma pequena imagem dentro da página.

Prepare os arquivos.

Utilize dimensões adequadas.

Comprima quando necessário.

Preserve qualidade suficiente para o design sem obrigar o usuário a carregar dados desnecessários.

Não confunda uma página bonita com uma página eficiente

Design importa.

Principalmente quando o produto ou serviço depende de experiência visual.

Mas uma página não pode ser avaliada somente pela aparência.

Ela precisa:

  • carregar bem;
  • ser compreendida;
  • funcionar no celular;
  • possuir chamadas claras;
  • captar corretamente;
  • permitir rastreamento;
  • integrar com o restante do funil.

Uma página simples que cumpre todas essas funções pode ser muito mais útil do que uma página visualmente impressionante que falha na conversão.

Instale rastreamento antes de enviar tráfego

Esse é um dos pontos mais importantes para quem trabalha com mídia.

Antes de colocar dinheiro na campanha, confirme se a página está sendo mensurada.

O material mostra inclusive a configuração de rastreamento e identificação de ações realizadas em botões.

Isso permite ir além de simplesmente saber quantas pessoas abriram a página.

Você pode acompanhar ações relevantes.

Por exemplo:

  • visita;
  • envio de formulário;
  • clique no botão;
  • cadastro;
  • avanço para outra etapa.

Sem esse rastreamento, você perde parte da capacidade de entender o que acontece depois do anúncio.

Um botão também pode representar um evento

Imagine uma página com mil visitas.

Cem pessoas clicaram no botão principal.

Vinte concluíram a próxima etapa.

Esses números contam uma história.

Agora imagine saber apenas que mil pessoas visitaram e vinte converteram.

Você perdeu a etapa intermediária.

Rastrear cliques importantes ajuda a localizar gargalos.

Se quase ninguém clica, pode existir problema na oferta, mensagem ou chamada.

Se muitas pessoas clicam e poucas concluem, o problema provavelmente aparece depois.

Quanto mais importante a página for para o funil, mais importante se torna acompanhar essas etapas.

Mapa de cliques pode revelar comportamentos

Outra funcionalidade apresentada entre as ferramentas é a visualização de cliques.

Esse tipo de recurso ajuda a compreender onde usuários estão interagindo.

Talvez estejam clicando em uma imagem que não possui link.

Talvez ignorem completamente determinada chamada.

Talvez um elemento secundário esteja recebendo mais atenção do que a ação principal.

Esses comportamentos podem gerar hipóteses para melhorar o layout.

Não se trata apenas de olhar para a página e imaginar como as pessoas deveriam utilizá-la.

É observar como realmente utilizam.

Faça uma conferência antes de publicar

Antes de ligar a campanha, percorra a página como se fosse um visitante.

Confira:

Headline: fica claro o que está sendo apresentado?

Textos: estão legíveis?

Imagens: carregam corretamente?

Mobile: tudo está organizado?

Botões: levam para o destino certo?

Formulário: realmente registra o lead?

Página seguinte: abre corretamente?

Rastreamento: os eventos aparecem?

Velocidade: o carregamento está aceitável?

Essa pequena revisão pode evitar gastar verba para descobrir problemas que já existiam antes da primeira impressão.

Construa uma página-base para ganhar velocidade

Depois de criar algumas páginas, você começa a perceber que determinados elementos se repetem.

Paleta.

Rodapé.

Botões.

Estrutura de formulário.

Espaçamento.

Tipografia.

Blocos.

Em vez de reconstruir tudo a cada campanha, mantenha uma página-base ou biblioteca de templates.

Quando surgir um novo projeto, duplique a estrutura e modifique aquilo que precisa mudar.

Isso reduz bastante o tempo de produção.

Também cria consistência entre campanhas.

Não escolha a ferramenta apenas pela quantidade de recursos

Elementor e BuilderAll aparecem no material com propostas diferentes.

Uma funciona dentro de uma estrutura baseada em WordPress.

A outra procura concentrar diferentes ferramentas de marketing dentro da própria plataforma.

Não existe necessidade de transformar essa escolha em torcida.

Pergunte o que sua operação precisa.

Você prefere controlar hospedagem e WordPress?

Já utiliza um ecossistema de plugins e integrações?

Quer centralizar páginas e ferramentas em uma plataforma?

Precisa criar páginas para vários clientes?

Qual solução sua equipe domina?

Qual oferece a velocidade necessária para seus projetos?

Ferramenta boa é aquela que consegue sustentar o processo que você realmente utiliza.

Quanto mais campanhas você roda, mais importante fica dominar páginas

Para um gestor de tráfego, saber construir uma landing page não precisa significar abandonar sua função e se transformar em desenvolvedor.

Significa ganhar autonomia.

Você consegue fazer uma alteração simples sem depender de outra pessoa.

Consegue criar uma página de teste.

Consegue instalar uma chamada.

Consegue conferir rastreamento.

Consegue compreender por que determinada estrutura pode estar prejudicando a campanha.

Isso também melhora a comunicação com designers e desenvolvedores.

Mesmo quando outra pessoa executa a página, você sabe o que precisa solicitar.

A página é parte da campanha

Existe uma separação artificial bastante comum:

de um lado está o anúncio.

Do outro está o site.

Na prática, para o usuário, tudo faz parte da mesma experiência.

O anúncio promete.

A página precisa continuar essa promessa.

Se o anúncio apresenta uma oferta e a página fala de outra coisa, existe ruptura.

Se o anúncio carrega rapidamente e a página demora, existe ruptura.

Se a publicidade funciona perfeitamente no celular e a página não, existe ruptura.

Por isso, otimizar tráfego exige observar também aquilo que acontece depois do clique.

Comece com uma estrutura simples

Se você nunca construiu uma landing page, não tente criar imediatamente um projeto com dezenas de animações e integrações.

Comece por uma página simples.

Defina uma headline.

Adicione um pequeno texto.

Insira uma imagem quando fizer sentido.

Crie o formulário ou botão.

Configure a próxima etapa.

Ajuste a versão mobile.

Instale o rastreamento.

Teste.

Publique.

Depois acrescente sofisticação conforme surgir uma necessidade real.

Aprender um construtor visual acontece muito mais pela prática do que pela tentativa de memorizar cada botão disponível.

A melhor landing page é aquela que você consegue melhorar

Uma página nunca deveria ser tratada como uma peça intocável.

Campanhas geram dados.

Dados criam hipóteses.

Hipóteses geram alterações.

Você pode descobrir que a headline precisa mudar.

Que determinado bloco está longo.

Que a versão mobile precisa de outro espaçamento.

Que o botão deveria aparecer antes.

Que a página está pesada.

Que o formulário possui campos demais.

Quando a estrutura é fácil de editar, essas descobertas podem rapidamente se transformar em testes.

Esse é o verdadeiro valor dos construtores visuais para tráfego pago.

Não é apenas permitir que alguém sem programação faça uma página.

É reduzir o tempo entre perceber um problema e colocar uma possível solução no ar.

Do clique ao resultado, tudo precisa conversar

Aprender como criar landing page é aprender a conectar diferentes partes da operação.

A página precisa conversar com o anúncio.

O formulário precisa conversar com a automação.

O botão precisa conversar com o rastreamento.

O design precisa conversar com o mobile.

As imagens precisam conversar com a velocidade.

E todas essas partes precisam trabalhar em direção à mesma conversão.

Elementor, BuilderAll ou qualquer outro construtor são meios para realizar esse trabalho.

O resultado não depende de quantos efeitos você conhece.

Depende de construir uma página clara, rápida, adaptável, mensurável e simples de modificar.

Quando isso acontece, a landing page deixa de ser apenas o lugar para onde o anúncio envia pessoas.

Ela passa a ser parte ativa da estratégia de tráfego.

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